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sábado, 11 de janeiro de 2014

Os tormentos voluntários

Ao estudarmos os vários livros da codificação espírita, vamos adquirindo conhecimento e cada vez compreendendo melhor seus ensinamentos.

Vez ou outra relemos alguns textos e eles parecem fazer muito mais sentido do que antes.

É o que ocorreu quando eu lia a mensagem sobre os tormentos voluntários.

Portanto trouxe-a para o blog, a fim de que todos os leitores possam refletir sobre o seu conteúdo direto e objetivo:


"23 – O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a felicidade sem mescla não existe na Terra. Entretanto, apesar das vicissitudes que formam o inevitável cortejo desta vida, dele poderia pelo menos gozar de uma felicidade relativa. Ma ele a procura nas coisas perecíveis, sujeitas às mesmas vicissitudes, ou seja, nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma, que constituem uma antecipação das imperecíveis alegrias celestes. Em vez de buscar a paz do coração, única felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que pode agitá-lo e perturbá-lo. E, coisa curiosa, parece criar de propósito os tormentos, que só a ele cabia evitar.

Haverá maiores tormentos que os causados pela inveja e o ciúme? Para o invejoso e o ciumento não existe repouso: sofrem ambos de uma febre incessante. As posses alheias lhes causam insônias; os sucessos dos rivais lhes provocam vertigens; seu único interesse é o de eclipsar os outros; toda a sua alegria consiste em provocar, nos insensatos como eles, a cólera do ciúme. Pobres insensatos, com efeito, que não se lembram de que, talvez amanhã, tenham de deixar todas as futilidades, cuja cobiça lhes envenena a vida! Não é a eles que se aplicam estas palavras: “Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados”, pois os seus cuidados não têm compensação no céu.

Quantos tormentos, pelo contrário, consegue evitar aquele que sabe contentar-se com o que possui, que vê sem inveja o que não lhe pertence, que não procura parecer mais do que é! Está sempre rico, pois, se olha para baixo, em vez de olhar para cima de si mesmo, vê sempre os que possuem menos do que ele. Está sempre calmo, porque não inventa necessidades absurdas, e a calma em meio das tormentas da vida não será uma felicidade?

FÉNELON. Lyon, 1860.
"

(O Evangelho segundo o espiritismo, Capítulo 5)

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Os 10 melhores posts de 2013

Antes de iniciarmos nossos estudos de 2014, vamos à uma breve respectiva com os melhores posts de 2013, selecionados pela equipe do blog.

Todos merecem uma nova leitura!!!


A reencarnação (clique aqui para ler)

As tendências do espírito encarnado (clique aqui para ler)

Na real, o que é ser espírita (clique aqui para ler)

As atitudes valem mais do que as palavras (clique aqui para ler)

O ser humano e o mundo de ilusões (clique aqui para ler)

O que é pagar o mal com o bem? (clique aqui para ler)

Vida material e riqueza (clique aqui para ler)

Há muitas maneiras de se fazer a caridade (clique aqui para ler)

Influência dos espíritos sobre os acontecimentos da Vida (clique aqui para ler)

O papel das religiões e a falta de entendimento entre elas (clique aqui para ler)



Bônus:

Vamos também relembrar a série de estudos das leis morais. Este tema será retomado em 2014, com uma abordagem aprofundada.

(clique para abrir)

Estudo das leis morais - Parte 1: A lei natural

Estudo das leis morais - Parte 2: A lei de adoração

Estudo das leis morais - Parte 3: A lei do trabalho

Estudo das leis morais - Parte 4: A lei de reprodução

Estudo das leis morais - Parte 5: A lei de conservação

Estudo das leis morais - Parte 6: A lei de destruição


Estudo das leis morais - Parte 7: A lei de sociedade

Estudo das leis morais - Parte 8: A lei do progresso

Estudo das leis morais - Parte 9: A lei de igualdade


Estudo das leis morais - Parte 10: A lei de liberdade 

Estudo das leis morais - Parte 11: A lei de justiça, amor e caridade

Estudo das leis morais - Parte 12: Perfeição moral (parte 1)


Estudo das leis morais - Parte 13: Perfeição moral (parte 2) [Final]