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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Agora você pode enviar e-mails para nós

Hoje, iniciamos um novo recurso em nosso blog!

Você, querido leitor, que já vem aqui estudar conosco, agora pode entrar em contato através de e-mail!

- Para tirar dúvidas sobre a Doutrina Espírita
- Para tirar dúvidas sobre alguma postagem
- Para pedir algum esclarecimento sobre algo que acontece na sua vida
- Para pedir uma palavra amiga em um momento de dificuldade
- Para sugerir melhorias para o blog

E para o que mais precisar!

E como fazer?

Basta clicar ali no menu superior, no ícone "Envie o seu e-mail"


Ali você terá acesso ao endereço de e-mail do blog.

Ficaremos felizes em sermos úteis.

Com amor,

Equipe Aprendizes das Vida Eterna.

Como comentar no blog

Algumas pessoas tem me perguntado como deixar comentários nas postagens do blog.

Então aqui vai o passo-a-passo:

1 - Localize no rodapé da postagem a frase "Nenhum comentário" ou "1 comentário", conforme a imagem abaixo:


2 - Ao clicar na frase "Nenhum comentário" ou "1 comentário", você será direcionado para dentro do post, no campo de comentários.

3 - Selecione em "Comentar como" a sua conta de usuário. Se não souber, coloque em Anônimo


4 - Digite seu comentário na caixa de texto e clique em publicar.

5 - Lhe será pedida uma verificação, onde você precisará digitar as palavras que vê na imagem que aparecer:

Neste exemplo seria "was scutlya", mas a imagem sempre muda. Se aparecerem palavras incompreensíveis, clique no botão em forma de seta, que trocará a imagem:


 6 - Após digitar as duas palavras, clique em publicar, e o seu comentário será publicado.


Fique à vontade para deixar suas opiniões e dúvidas!


sábado, 27 de abril de 2013

As tendências do espírito encarnado

Todos nós trazemos tendências do nosso passado.

Aquele que foi avarento em uma encarnação passada, nessa tenderá a ser, mesmo que pouco possua.

Aquele que foi alcoólatra, tenderá ao alcoolismo.

E o mesmo procede com os suicidas, que tenderão novamente a abreviar sua vida.

Mas porque isso acontece?

Essas tendências são memórias que estão gravadas (por repetição) em nosso perispírito.

Quando aqui encarnamos, é um de nossos deveres quebrar esse ciclo repetitivo de incorrer sempre nos mesmos erros.

E é por não perceber essa realidade que demoramos tantas encarnações para mudarmos.

É preciso um esforço redobrado para vencer essas más tendências, pois elas são nossos pontos fracos. E tendo, ao final da encarnação, vencido uma ou mais dessas tendências, será uma grande vitória.

Por outro lado, também ficam impregnadas em nós as tendências para o bem. Sabe aquela pessoa que é doce e se dedica quase que integralmente a cuidar dos outros? Essa pessoa já fez tanto o bem em suas últimas encarnações que para ela o bem é uma tendência natural.

Essas tendências todas revelam muito sobre a nossa personalidade e sobre o que fizemos em nossas encarnações passadas.

Só depende de nós quebrarmos esse ciclo das imperfeições e iniciar hoje mesmo o ciclo das virtudes.

Quanto mais nos empenharmos nesta encarnação, mais doce e suave será a próxima.

Não nos esqueçamos, o que plantarmos hoje, colheremos amanhã.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O suicídio

No post anterior, falamos sobre a bênção que é a reencarnação.

Hoje falaremos de um dos atos mais danosos (senão o mais danoso) que um encarnado pode cometer: o suicídio.

Imaginemos um jovem pobre que deseja muito cursar uma faculdade, mas não tem condições para isso. Mas então um senhor generoso, vendo a situação do rapaz, decide custear seus estudos na melhor faculdade da cidade. O jovem começa bem, mas logo no segundo semestre, deslumbrado pelas festas e divertimentos mil, acaba dando cada vez menos prioridade às aulas, até por fim abandonar o curso. Não achararíamos uma tremenda estupidez e ingratidão por parte do jovem, que recebeu todos os recursos do senhor generoso e os botou no lixo?

Da mesma maneira procede com a nossa vida.

Deus, nosso onipotente criador, percebendo o nosso arrependimento pelos erros do passado, nos dá uma nova chance de nos redimirmos, através de uma nova encarnação, nos matriculando na grande escola da Terra, arcando com todas as nossas necessidades espirituais.

Aqui chegados, começamos bem, mas logo nos deslumbramos por esse "mundo novo" e suas diversões, acabando por esquecer do propósito de aqui estarmos. Até que resolvemos encerrar com nosso estudo aqui na Terra, encerrando por conta própria a nossa vida.

Não é também uma grande estupidez, uma grande ingratidão e um grande desperdício?

Certamente. Mas o suicídio acontece em sua maioria pela ignorância do espírito, que imagina que abreviando a sua vida, estará liberto de todas as dores, dificuldades, problemas e cobranças. Grande engano...

O infeliz ignorante que pensa desse modo, adquire uma dívida enorme para si mesmo, necessitando de muito tempo de expiação e arrependimento até que possa receber uma nova oportunidade. Somente quando tiver expiado até a última parcela de seu erro e somente quando tiver arrependido-se de todo o seu ser, é que será novamente merecedor de uma nova chance.

Provavelmente agora, você já percebe a gravidade do ato. Mas o que falta perceber, é como se dá o suicídio:

A - Suicídio direto: é aquele que acontece quando um indivídio decide, em um ímpeto, dar fim a própria vida, o fazendo de maneira abrupta, através de saltos, enforcamentos, tiros e envenenamento. Este com certeza é o pior tipo de suicídio.

B - Suicídio indireto: não menos grave que o suicídio direto, é aquele que acontece "parceladamente", com a somatória de várias atitudes auto-destrutivas (ou a repetição constante de uma) cometidas pelo encarnado. Listaremos as principais abaixo, seguidas de breve descrição.

- Alcoolismo e uso de drogas: agridem fortemente o corpo, enfraquecendo-o e consumindo muita energia vital para a recuperação do mesmo, após a exposição à toxina. Como se isso não bastasse, altera o estado de consciência do indivíduo e sua percepção das coisas, fazendo com que a mais simples das tarefas possa tornar-se fatal para si e para outrem. O ato de dirigir embriagado, por si só já caracteriza a intenção de suicídio, mesmo não havendo um acidente.

- Vício em cigarros, medicamentos e estimulantes: agridem o corpo lenta e continuamente, forçando-o a operar de maneira anormal, para satisfazer ao vício do usuário. Desgastam progressivamente a energia vital, que é consumida em excesso devido às necessidades do corpo que opera em anomalia.

- Sexo desenfreado: aquele que vive pensando em sexo 24h por dia e executando-o ao máximo possível, desgasta muita energia vital. No momento do sexo, são empregadas grandes quantidades de energia, a fim de gerar vida através da concepção. Sabemos que o sexo não é praticado somente com fins de reprodução, e a prática moderada e com bom-senso não causa desperdícios energéticos. Entretanto, quando o indivíduo entrega-se à promiscuidade, beirando (ou atingindo) a ninfomania e demais distúrbios, é como se comprasse pilhas novas para uma lanterna e mantivesse-a permanentemente ligada. Ao fim de não muitas horas, já haveria extinguido-se a carga das pilhas. Esse indivíduo extingue da mesma maneira sua energia vital, causando colapso ao corpo e à alma.

- Raiva e maus sentimentos guardados: também agridem lenta e progressivamente o corpo, provocando estresse e com isso causando mau funcionamento dos órgãos. Como já foi dito antes, consome então muita energia vital, na tentativa de reparar a saúde do corpo que opera em anormalidade.

- Depressão: é causada pela somatória de vários outros distúrbios, e se não tratada a tempo, já foi comprovado pela medicina que causa a morte.

Esses são só alguns exemplos de suicídio indireto, contendo muitas práticas que fazemos e nem imaginamos a repercussão delas em nossa vida, e nem mesmo que se tratam de um suicídio "parcelado". Podemos perceber então que a moderação no agir e a libertação dos vícios são essenciais para evitarmos o suicídio e irmos então de encontro à maneira correta de agir.

Agora, imaginemos a somatória de várias dessas condutas! E não é difícil ver isso em nossa sociedade. É necessário mudarmos nossa postura, afim de não sermos como aquele jovem que desperdiçou a valiosa oportunidade, e que certamente, lamentará por muito tempo por sua imprevidência.

OBS:
Energia vital é a energia que temos disponível para esta encarnação. Ela é limitada e deve ser usada com sabedoria. Os orientais referem-se a ela como Ki ou Chi.

sábado, 20 de abril de 2013

A reencarnação

A reencarnação é a mais maravilhosa prova da misericórdia divina.

É uma oportunidade valiosa de repararmos nossos erros do passado e semearmos as boas sementes para o futuro.

Se a Terra é uma escola, as encarnações são as séries pelas quais passamos.

A cada ano, precisamos aprender para avançarmos ao ano seguinte, que nos trará novos requisitos e novos aprendizados.

Quando fazemos tudo errado, é necessário repetir o ano e tentar fazer certo dessa vez.

Da mesma maneira, ocorre com a reencarnação:

Após desencarnarmos, estando libertos do pesado fardo da matéria, lembramo-nos  que somos espíritos e não corpos, que almejamos a pureza da alma e não a riqueza e a luxúria do mundo.

Lembramo-nos qual era a nossa missão, e percebemos que falhamos.

Arrependidos, choramos e pedimos pela misericórdia do Altíssimo, para que tenhamos uma nova chance, dessa vez para fazer tudo do jeito certo.

Após superarmos o nosso período de expiação das faltas cometidas, iniciamos a preparação para o nosso retorno.

Quem será a minha mãe? Qual será o ventre que me permitirá voltar ao mundo? Quem será o meu pai para me educar com rigidez? E quem serão meus irmãos para nos apoiarmos na estrada da vida?

Eis que após uma longa espera, finalmente chega a nossa vez de encarnar. Nosso orientador espiritual (anjo guardião) com amor e firmeza nos diz: "Meu amado, sabes da tua missão, tu mesmo escolhestes as provas pelas quais deseja passar, afim de depurar mais rápido teu espírito. Sabes que serão pesadas, que a vida te será dura, mas que a vitória será enorme se dela saíres triunfante. Estaremos sempre ao teu lado, especialmente eu, te sustentando durante esta jornada. Quando precisares de ajuda, ora e roga meus conselhos e meu amparo, e o Pai me permitirá atuar em teu benefício. O fardo da matéria te fará esquecer de tudo isso, a fim de que não te lembres também dos teus erros e desafetos do passado. Mas por favor, esforça-te em não esquecer de onde vens e quem tu és, jamais esqueça que por mais penosa que seja essa encarnação, ela é uma bênção do Pai para o teu aprimoramento. Vai amado irmão, segue a tua jornada. Já estás ligado ao embrião que se desenvolve no ventre desta mãe. Vai e triunfa!"

Após nove meses, em uma sala de parto, ouve-se o choro de um recém nascido. A oportunidade foi dada, o papel está em branco e o lápis está na nossa mão. É hora de escrever a nossa história.

Agora, querido leitor, se refletistes e percebestes que tens escrito a história errada para a tua vida, tenha consciência de que não há como reescrever o início, mas há como mudar o final.

Comecemos hoje mesmo a corrigir a nossa história, para que quando deixarmos este pesado corpo mais uma vez, sejamos recebidos com a festa celebrada para aqueles que triunfaram.

Que o Altíssimo nos fortaleça na nossa missão hoje e sempre!

Que assim seja!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A família

Existem dois tipos de famílias: a família terrestre e a família espiritual.
A família espiritual é aquela que nos une pelos laços de simpatia.

São aqueles irmãos, encarnados ou desencarnados, com os quais temos uma inexplicável atração: mesmas idéias, mesmos gostos, mesmos interesses e com os quais nos relacionamos incrivelmente bem. Com eles, a empatia se torna fácil e as amizades florescem. Muitas vezes nem são membros da nossa família terrestre: são amigos, vizinhos, colegas de trabalho.

Estão espalhados, cada qual seguindo a sua jornada. Mas pela forte atração que existe entre nós e eles, sempre acabamos nos encontrando em um lugar ou outro.


Já a nossa família terrestre, é o grupo em que encarnamos quando voltamos à Terra. É uma preciosa escola de convivência e a instituição primária dos resgates espirituais.

Cada indivíduo encarna somente naquela família que ofereça todos os requisitos para a missão que deve cumprir aqui na Terra. A família é o primeiro grupo do qual fazemos parte, e o único do qual não podemos nos desfazer. Isso nos obriga a termos que lidar com essa família durante toda a nossa encarnação.

Dentro da família temos sempre os nossos preferidos, temos aqueles que não gostamos e aqueles para os quais somos indiferentes.

Os nossos desafetos, aqueles com os quais não nos relacionamos bem, são quase sempre espíritos com os quais temos algum débito.

São aqueles que em outra encarnação nós prejudicamos de alguma forma: roubando, matando, enganando, traindo ou de qualquer outra maneira. E são propositalmente colocados por Deus em nossas vidas para que possamos nos reconciliar e eliminar as intrigas do passado. Esses conflitos normalmente vem desde várias encarnações no passado.

Quando iniciamos o nosso aprendizado espírita, onde aprendemos que nosso objetivo na Terra é o de nos tornarmos melhores e fazer o bem no limite de nossas forças, amando ao próximo como a nós mesmos e tratando-o como gostariámos de ser tratados, percebemos que é nosso dever reconciliarmo-nos com todos os nossos desafetos, começando na própria família.

E sabendo que é  difícil conviver com esses familiares que temos uma relação conflituosa, Deus põe ao nosso lado aqueles familiares com os quais temos uma afeição enorme. São aqueles que são nossos familiares não só nos laços de sangue, mas também espiritualmente. Eles nos dão força e amparo para lidarmos com as adversidades e seguirmos progredindo.

Ao começarmos a tratar aquele desafeto como gostariámos que fôssemos tratados, procurando perdoar e ter tolerância, podemos nos frustrar em não perceber a mesma receptividade por parte da outra pessoa.

Vale então lembrar que a benevolência não age esperando algo em troca.

Aquele familiar que não vai com a nossa cara, ele também tem livre arbítrio assim como nós e pode escolher ou não se reconciliar.

Não podemos esquecer que aquele que hoje me trata mal e me prejudica, provavelmente já foi minha vítima em outras encarnações.

Agir pelo caminho do bem, do perdão e do amor ao próximo faz parte de nossa evolução íntima e nos torna mais felizes.

Cultivar o ressentimento e a mágoa dentro de nós é como manter um veneno correndo nas veias: cedo ou tarde isso nos prejudicará muito.

Mas com o perdão, a tolerância e principalmente o amor, conseguimos extinguir esses maus sentimentos de dentro de nós, nos tornando assim puros como um copo de água límpida.

Se o nosso desafeto não deseja nos perdoar, é uma escolha dele. Se vamos manter a inimizade ou purificar a nossa alma, é uma escolha nossa.

sábado, 13 de abril de 2013

E se eu partisse hoje?

Seguindo a linha de pensamento do post anterior, temos o hábito saudável de planejar e criar metas, que estimulam nossa dedicação rumo ao progresso.

Entretanto, como espíritas, sabemos que nosso objetivo aqui na Terra é o de progredir, de aprender e de nos tornarmos melhores.

Portanto, não podemos viver somente no futuro. É necessário viver o hoje. E bem vivido!

Cabe a cada um se questionar, se hoje fosse o seu último dia na Terra:

Será que disse para as pessoas que amo o quanto elas são importantes em minha vida?

Será que demonstrei em atitudes esse amor ou somente em palavras?

Quantas vezes provoquei um sorriso sincero em um desconhecido?

Quantas vezes provoquei lágrimas nas pessoas próximas?

Aproveitei todas as oportunidades que tive de ser útil a quem precisava de mim?

Passei todos os meus dias bendizendo a Deus por tudo de bom que tenho na minha vida ou passei todos os dias lamentando por aquelas coisas que eu não gostava?

Quantos abraços dei?

Quantos elogios fiz?

Quantas vezes agi de má fé?

Quantas vezes plantei a esperança em um coração amargurado?

Quantas vezes orei com sinceridade e humildade?

Será que passei mais tempo correndo atrás das coisas materiais ou me dedicando a amar e ajudar as pessoas próximas?

Quantas vezes fiquei sentado olhando o pôr-do-sol?

Será que utilizei todo o meu estoque de 'com licença', 'desculpe-me' e 'obrigado'?

Como as pessoas lembrarão de mim? Como uma pessoa feliz e dedicada ao bem ou como um mal-humorado recluso em meu mundo de lamentações?

E por fim, que legado deixei para a posteridade?

Nunca sabemos a hora de nossa partida! Portanto, precisamos agir hoje e não deixar as coisas para amanhã. Dessa maneira, não ficaremos após o desencarne nos lamentando:

Devia ter amado mais,
Perdoado mais.
Ter feito mais o bem
sem olhar a quem.


Paz e luz.

terça-feira, 9 de abril de 2013

As decepções

Faz parte do ser humano planejar o futuro. Criar mentalmente um cenário de suas metas e ambições para o porvir.

Essas metas são essenciais para nos motivar a agir em prol das conquistas do amanhã. Quem não tem motivações não sai do lugar.

Entretanto, junto com isso vem um péssimo hábito: o de criar expectativas.

Ora, se planejamos os acontecimentos de uma certa maneira, muitas vezes pode (e vai) acontecer de outra. Não é porque planejamos de um jeito que vai acontecer exatamente assim. Há muitas variáveis e imprevistos em tudo.

E quando criamos essas expectativas, acabamos quase que fatalmente fadados às decepções.

As decepções nada mais são do que as coisas que acontecem fora do nosso planejamento. Mas elas não ocorreriam se não fosse o APEGO ao resultado que esperamos.

Portanto, nos decepcionamos por nossa própria escolha.

Se planejamos acordar cedo no sábado para fazer uma caminhada e o dia amanhece chovendo, podemos ficar nos lamentando ou simplesmente escolher outra atividade: ler um livro, organizar papéis, olhar um filme na TV.

Maldizer o clima não fará a chuva parar. Ficar irritado por conta disso será apenas sofrimento gratuito. Um sofrimento OPCIONAL, pois podemos optar pelas lamentações de não ter ocorrido tudo como desejávamos ou por escolher outra atividade para fazer.

Nem sempre as coisas vão acontecer como planejamos. Se der certo, deu. Se não der, façamos de outro jeito.

E isso vale para tudo: trabalho, relacionamentos, projetos pessoais, etc.

E um erro maior ainda é o de criar expectativas em relação às outras pessoas. Em nossa ânsia de ajudar e querer o bem para aqueles que amamos, acabamos também criando um cenário repleto de expectativas: esperamos que fulano pare de fumar, que encontre um emprego melhor, que seja mais tolerante... E quando vemos que isso não acontece, nos decepcionamos e nos frustramos, mais uma vez: por nossa própria escolha.

Procuremos então viver o presente, fazendo em cada dia o nosso melhor para que atinjamos as nossas metas. Se o rio é sinuoso, sigamos a correnteza, o importante é chegar no destino.

Planejar sim. Criar expectativas não.

Esperar sempre pelo inesperado.

E assim, mais uma vez percebemos que a quase totalidade de nossos sofrimentos somos nós quem criamos.

Paz e luz!