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sábado, 13 de abril de 2013

E se eu partisse hoje?

Seguindo a linha de pensamento do post anterior, temos o hábito saudável de planejar e criar metas, que estimulam nossa dedicação rumo ao progresso.

Entretanto, como espíritas, sabemos que nosso objetivo aqui na Terra é o de progredir, de aprender e de nos tornarmos melhores.

Portanto, não podemos viver somente no futuro. É necessário viver o hoje. E bem vivido!

Cabe a cada um se questionar, se hoje fosse o seu último dia na Terra:

Será que disse para as pessoas que amo o quanto elas são importantes em minha vida?

Será que demonstrei em atitudes esse amor ou somente em palavras?

Quantas vezes provoquei um sorriso sincero em um desconhecido?

Quantas vezes provoquei lágrimas nas pessoas próximas?

Aproveitei todas as oportunidades que tive de ser útil a quem precisava de mim?

Passei todos os meus dias bendizendo a Deus por tudo de bom que tenho na minha vida ou passei todos os dias lamentando por aquelas coisas que eu não gostava?

Quantos abraços dei?

Quantos elogios fiz?

Quantas vezes agi de má fé?

Quantas vezes plantei a esperança em um coração amargurado?

Quantas vezes orei com sinceridade e humildade?

Será que passei mais tempo correndo atrás das coisas materiais ou me dedicando a amar e ajudar as pessoas próximas?

Quantas vezes fiquei sentado olhando o pôr-do-sol?

Será que utilizei todo o meu estoque de 'com licença', 'desculpe-me' e 'obrigado'?

Como as pessoas lembrarão de mim? Como uma pessoa feliz e dedicada ao bem ou como um mal-humorado recluso em meu mundo de lamentações?

E por fim, que legado deixei para a posteridade?

Nunca sabemos a hora de nossa partida! Portanto, precisamos agir hoje e não deixar as coisas para amanhã. Dessa maneira, não ficaremos após o desencarne nos lamentando:

Devia ter amado mais,
Perdoado mais.
Ter feito mais o bem
sem olhar a quem.


Paz e luz.

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