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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

[Espiritismo para iniciantes] Os espíritos - parte 2

(para ver o primeiro texto, clique aqui: [Espiritismo para iniciantes] Deus)
   
(para ver o segundo texto, clique aqui: [Espiritismo para iniciantes] Os espíritos - parte 1)


Os espíritos não são somente maus ou somente bons. Pertencem a diversas ordens, segundo o seu grau de perfeição moral.

Podem ser classificados basicamente em três ordens ou categorias:

- Os primeiros são os espíritos puros. Já atingiram a perfeição e não necessitam mais reencarnar. Trabalham ajudando aos espíritos imperfeitos a progredir.

- Os do segundo grupo são aqueles que alcançaram a metade da escala: se preocupam em fazer o bem. Não são ainda perfeitos, mas fazem mais o bem do que o mal.

- Os do terceiro grupo são os mais imperfeitos. Entre esses existem aqueles que não fazem o mal, mas também não fazem o bem e principalmente aqueles que se comprazem na maldade, no deboche e na enganação.

Como os espíritos são homens sem corpos, logicamente que em nossa sociedade podemos perceber encarnados espíritos de todas as ordens, basta olhar com atenção. Existem homens cruéis, enganadores, ladrões, indiferentes e bons: isso só revela o seu grau de adiantamento.

Todos os espiritos são criados puros e ignorantes (sem conhecimentos), para progredirem através das sucessivas encarnações, desenvolvendo-se intelectualmente e moralmente.

Mas são os espíritos que progridem por sua própria vontade. Alguns, mais determinados seguem desde o início mais pelo caminho do bem: sua estrada até a perfeição é mais curta. Outros porém, se desviam pelo caminho, demorando mais até atingir a perfeição.

Existe um grau de felicidade relativo para cada estágio do progresso, mas a verdadeira felicidade, plena e duradoura, só é alcançada quando se atinge a perfeição.

Por mais tempo que leve, todos os espíritos se tornam um dia perfeitos. Uma vez que hajam progredido, não mais retrocedem.

Só depende do livre-arbítrio de cada um acelerar ou atrasar o seu progresso.

Conforme se desenvolvem os espíritos, o seu livre-arbítrio também vai ficando mais apurado, permitindo-lhes tomar decisões mais sensatas.

Se os espíritos tivessem sido criados perfeitos, não haveria mérito para a sua felicidade. Deus assim não seria justo.

O conceito que temos tradicionalmente de demônios (seres criados para a maldade perpétua) e anjos (seres criados perfeitos) não é exato. O que chamamos de demônios na verdade são espíritos ainda mais atrasados. Os anjos por sua vez, não foram criados perfeitos, mas passaram por todas as categorias até finalmente terem atingido a perfeição.



Leituras complementares (em O Livro dos Espíritos)

V – Diferentes Ordens de Espíritos (link)
VI – Escala Espírita (link)
VII – Progressão dos Espíritos (link)
VIII – Anjos e Demônios (link)






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