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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A felicidade é para todos. E o empenho também!

Falamos com frequência aqui no blog sobre as virtudes e a felicidade verdadeira.

E são conceitos, de certa forma, abstratos. Não são coisas palpáveis.

Isso acaba fazendo com que pensemos que essas virtudes são somente para os homens sábios, os homens santos, tal como os grandes ícones da humanidade: Mahatma Gandhi, Jesus, Dalai Lama, Francisco de Assis, e assim por diante.

E então nesse equívoco não percebemos que nós também temos todo o potencial para alcançar todas as virtudes.

Mas depende de muito empenho.

A felicidade e a perfeição moral são atingíveis, mas não podem ser compradas e nem ganhadas. Precisam ser cultivadas continuamente. É necessário que lapidemos incessantemente o diamante bruto que somos.

Já dizia Jesus: "Vós sois deuses. Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais."

Portanto, não pensemos que isso é reservado aos "santos". Com dedicação, todos nós podemos ser virtuosos e alcançar a verdadeira felicidade.

"Em algumas pessoas, os laços materiais são ainda muito fortes, para que o espírito se desprenda das coisas terrenas. O nevoeiro que as envolve impede-lhes a visão do infinito. Eis por que não conseguem romper facilmente com os seus gostos e os seus hábitos, não compreendendo que possa haver nada melhor do que aquilo que possuem. A crença nos Espíritos é para elas um simples fato, que não modifica pouco ou nada as suas tendências instintivas. Numa palavra, não vêem mais do que um raio de luz, insuficiente para orientá-las e dar-lhes uma aspiração profunda, capaz de modificar-lhes as tendências. Apegam-se mais aos fenômenos do que à moral, que lhes parece banal e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente as iniciem em novos mistérios, sem indagarem se tornaram dignas de penetrar os segredos do Criador. São, afinal, os espíritas imperfeitos, alguns dos quais estacionam no caminho ou se distanciam dos seus irmãos de crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou porque preferem a companhia dos que participam das suas fraquezas ou das suas prevenções. Não obstante, a simples aceitação da doutrina em princípio é um primeiro passo, que lhes facilitará o segundo, numa outra existência."

(Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 17, item 4).

Que os nossos estudos não sejam apenas um falatório em vão.

Que possamos de fato compreender estes ensinamentos e colocá-los em prática.

Somente quando mudamos as fórmulas é que chegamos a novos resultados.

Basta querer.


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