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quarta-feira, 26 de junho de 2013

O ódio e a cólera

Hoje iniciamos um novo ciclo de temas, onde falaremos das falhas morais. Esse estudo é necessário para que identifiquemos as falhas que ainda possuímos e possamos as eliminar. Iniciaremos falando hoje sobre o ódio e a cólera.

Jesus veio ao mundo ensinar a mensagem do amor e do perdão. Isso não seria necessário se naquele tempo não prevalecessem o ódio, a cólera e a intolerância.

Mas ainda hoje vemos tais comportamentos como "comuns" na sociedade.

O ódio e a cólera são falhas morais que nos aproximam do barbarismo e da animalidade, caminho oposto para aqueles que desejam um dia alcançar a perfeição.

E porque ainda temos essas falhas? É devido ao nosso orgulho, que não aceita nenhuma ofensa. Ao mínimo sinal de que tenhamos sido rebaixados pelas palavras ou atitudes de outrem, o ódio já ganha terreno fértil para prosperar.

E assim seguimos odiando ao próximo (que muitas vezes nem sabe que nos ofendeu ou prejudicou), desejando-lhe o mal e o infortúnio.

Seguindo o princípio das trocas energéticas, onde o emissor precisa estar carregado para descarregar no receptor (como ocorre com os raios e com o calor), o mesmo acontece com a nossa energia: nos empregnamos com tudo de ruim antes mesmo que nosso pensamento de ódio chegue até o outro.

Não bastasse os inúmeros danos que essa situação projeta em nós, ainda estamos trilhando um caminho contrário ao ensinado pelo Cristo.

Se devemos fazer para o outro aquilo que gostaríamos que nos fosse feito, como poderemos desejar o mal para o próximo? Gostaríamos se alguém passasse o dia inteiro desejando o mal para nós? Certamente que não.

Tanto tempo já faz que Jesus esteve sobre a Terra, e ainda não aprendemos a grandiosa lição do amor.

O tempo que passamos odiando e desejando o mal, é somente um tempo perdido. É uma estagnação da alma, que deixa de evoluir. Se colhemos somente o que plantamos, o que acontece então quando só plantamos ódio, cólera e intolerância?

Aí quando chega o momento da colheita, nos desesperamos e maldizemos a providência por nossa infelicidade e por nossos sofrimentos. Foi Deus quem causou isso? Não, fomos nós mesmos.

Ninguém é vítima neste mundo, e aquele que hoje me prejudica pode ter sido prejudicado por mim em outra vida. Tudo o que nos acontece tem um propósito, que é sempre o do aprendizado e do crescimento.

Perdoar setenta vezes sete e pagar o mal com o bem, foi o que o Nazareno ensinou. Será que dessa vez conseguiremos pôr em prática?

Só depende de nós.


Leituras complementares do Evangelho Segundo o Espiritismo:
A cólera
O ódio
Perdoais para que Deus vos perdoe
O maior mandamento

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